terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Primeiro-Ministro da Austrália dá mensagem aos estrangeiros

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A seguir algumas das frases que o Primeiro-Ministro proferiu com relação aos estrangeiros em seu país. 


"São os imigrantes, e não os Australianos, os que devem adaptar-se. É pegar ou largar. Estou farto de que esta Nação tenha que se preocupar em saber se estamos ofendendo outras culturas ou outros indivíduos. Desde os ataques terroristas em Bali, está havendo um aumento de patriotismo na maioria dos Australianos". 

"Nossa cultura foi se desenvolvendo ao longo de dois séculos de lutas, de atribulações e de vitórias por parte de milhões de homens e mulheres que buscavam a liberdade".


"Aqui falamos principalmente Inglês, não libanês, ou árabe, chinês, espanhol, japonês, russo ou qualquer outro idioma. De modo que, se você quer participar de nossa sociedade, aprenda nosso idioma".


"A maioria dos Australianos crê em Deus. Esta não é uma posição cristã, política ou da extrema direita. Este é um fato, porque homens e mulheres cristãos, de princípios cristãos, fundaram esta Nação. Isto é historicamente comprovável. E é sem dúvida apropriado que isto apareça nas paredes de nossas escolas. Se Deus ofende você, sugiro que você resolva viver em outra parte do mundo, porque aqui Deus é parte de nossa cultura".


"Nós aceitamos suas crenças, e sem perguntar porque. Tudo o que pedimos é que você aceite as nossas, viva em harmonia, e desfrute em paz conosco".


"Este é nosso País, é nossa Pátria, e estes são os nossos hábitos e nosso estilo de vida, e permitiremos que vocês desfrutem do que é nosso, mas isto quando pararem de se queixar, de choramingar e de protestar contra nossa bandeira, contra nossa língua, contra nosso compromisso nacionalista, contra nossas crenças cristãs ou contra nosso estilo de vida".


"Convidamos você a tirar proveito de outra de nossas grandes liberdades Australianas, que é "O DIREITO DE IR EMBORA". Se você não está contente aqui, então VÁ EMBORA. Não fomos nós a obrigar você a vir aqui; foi você que pediu para emigrar para cá. De modo que está na hora de aceitar o País que acolheu você".



Parece radical? Eu acho justo. Aliás, com um pouco mais de elaboração, deveria fazer parte do "manual de boas-vindas ao imigrante" de qualquer país.

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